Mãe acusa Ryanair de ser “desumana” após companhia negar reembolso por morte do filho

Mãe acusa empresa aérea de ser desumana




            A britânica Tina McDermont disse à Kennedy News que considera a Ryanair “desumana”. A indignação veio após a morte do filho, de 18 anos, em um trágico acidente, o que a obrigou a cancelar um voo que faria com a companhia entre Newcastle, na Inglaterra, e Alicante, na Espanha.      

             VDP - AEREO NACIONAL 

             A servidora, de 45 anos, passaria quatro dias de férias no balneário espanhol, mas precisou cancelar a viagem para cuidar dos preparativos do funeral do filho. Segundo ela, não havia qualquer possibilidade de realizar a viagem naquele momento, já que queria estar ao lado de familiares e amigos.

            Após todo o trâmite, Tina entrou no site da companhia para solicitar o reembolso de 350 libras (cerca de R$ 2.413,75). Foi então que se indignou ao descobrir que a morte do filho estaria fora do prazo de cobertura estabelecido pela Ryanair.

            “Me deparei com barreiras devido a essa política de 10 dias, da qual eu não tinha conhecimento.”

            A mulher continuou o relato, ainda incrédula com a política da empresa. Segundo Tina, depois que recebeu um link para enviar a certidão de óbito, não conseguiu avançar com a solicitação porque o sistema continuava exigindo a data do falecimento.

            “Aquilo estava realmente começando a me deixar transtornada.”

            Tina McDermont entrou em contato diretamente com a Ryanair, que, segundo ela, confirmou as informações apresentadas no site e explicou que a morte do filho havia ocorrido após o fim do prazo estabelecido para o reembolso.

            “Se ele tivesse falecido um dia depois, eu teria recebido meu dinheiro de volta”, lamentou a britânica.

            Tina completou: “É uma política geral, mas é desumana”.

            Para ela, situações como essa deveriam ser avaliadas individualmente. “Deveria ser analisado caso a caso”, finalizou.




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