Barrado nos EUA, árbitro da Somália perde vaga na Copa e faz desabafo: "Têm um problema com meu país"

Imagem - reprodução internet




            Omar Artan era um dos principais árbitros africanos cotados para atuar na Copa do Mundo de 2026, que começa nesta quinta-feira (11).

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             Omar embarcou para os Estados Unidos para iniciar seu trabalho. No entanto, ao chegar a Miami, foi interrogado por cerca de 11 horas e teve sua entrada no país negada.

            Com o impasse, o africano acabou sendo cortado dos jogos da Copa, pois, de acordo com a FIFA, a entidade não se envolve em processos imigratórios dos países-sede.

            O somali havia concedido uma entrevista afirmando que apitar no Mundial era um sonho prestes a se realizar.

"Ir para a Copa do Mundo era meu grande objetivo, e eu estava realmente empolgado", disse.

            Ao jornal americano The New York Times, Omar relatou as longas horas que passou sendo interrogado e afirmou que foi questionado sobre a política de seu país e sobre o grupo militante Al-Shabaab, que faz oposição ao governo da Somália.

            "Acho que eles têm um problema com meu país", declarou o árbitro.



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