Corretor é preso à poltrona de avião após ser racista e homofóbico em voo nos EUA
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| Brasil comçará punir passageiros na próxima semana |
Arthur Layne Lundee, de 67 anos, foi amarrado com fita adesiva na poltrona de um voo entre Dallas e Nova Jersey, nos Estados Unidos, na última quinta (3), após ter sido homofóbico e racista.
O passageiro, que é corretor e foi desligado do trabalho em Tucson, no Arizona, após a empresa afirmar que a conduta do colaborador é incompatível com os padrões de profissionalismo e respeito esperados de seus profissionais, foi preso assim que a aeronave pousou e passou a responder por agressão de segundo grau e conduta desordeira. Lundee, de acordo com passageiros que estavam no avião, proferiu comentários ofensivos, racistas e homofóbicos contra a tripulação, além de agredir outro passageiro que estava ao seu lado e ajudou a contê-lo. "Não estávamos tentando machucá-lo. Estávamos tentando contê-lo e controlar a situação para que ela não piorasse", disse Juan Mejía, o passageiro que amarrou Arthur Lundee na poltrona. A aeronave seguiu para o destino final logo após a prisão do passageiro desordeiro. A American Airlines informou em nota que não tolera violência e que a segurança dos passageiros e funcionários é sua prioridade. Leia também - Passageiro bêbado é multado em mais de R$ 20 mil por tumultuar voo; no Brasil, multas começam em setembro Leia também - Flybondi volta a vender passagens, mas segue sem voar e Brasil continua de fora |
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