Família é expulsa de voo após choro de bebê; empresa alega febre e gera polêmica, veja o vídeo!
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| Imagem - reprodução Tiktok |
Uma família afirma ter sido retirada de um voo da Allegiant Airlines, que sairia de Punta Gorda, na Flórida, com destino a Indianápolis, por causa do choro da filha. Já a empresa alega que eles foram removidos devido à preocupação de que a bebê estivesse com febre e que, portanto, o protocolo foi seguido.
“O piloto não vai decolar”, disse uma senhora que aparece em um vídeo gravado por uma passageira, tentando convencer a família a deixar a aeronave. “Disseram que ela estava com febre porque o rosto dela estava vermelho de tanto chorar, e ela estava pálida, como o pai. Obrigada, Allegiant”, comentou Tash, mãe da bebê. A passageira que filmou o momento em que a família é escoltada para fora do avião também protestou no vídeo: “Nunca vi algo tão absurdo”. Na legenda da publicação, ela acrescentou: “Expulsaram esse jovem e seu bebê porque o bebê estava com calor e de fralda para ficar mais confortável. Essa funcionária da Allegiant acusou o bebê de estar com febre e os expulsou do avião”. Ao se defender, a companhia aérea afirmou que sua equipe é responsável por tomar decisões que priorizem a segurança do voo. “Nossas equipes são responsáveis por tomar decisões em tempo real que priorizem a segurança e o bem-estar de todos os passageiros a bordo. Se um membro da tripulação tiver preocupações sobre a capacidade de um passageiro viajar, especialmente quando se trata de um bebê ou de um possível problema médico, ele pode interromper o embarque para consultar nosso provedor de serviços de informações médicas, o MedLink (sistema especializado de suporte médico)”, informou a empresa. A mãe da bebê exige um pedido de desculpas da companhia e revelou à Newsweek que tudo começou quando tentava acalmar a filha. “Quando nos sentamos, ela chorou por dois ou três minutos. Eu já quase a tinha feito dormir, enrolada em um cobertor, quando a comissária voltou pedindo nossos cartões de embarque e documentos novamente. Entreguei minha filha ao pai, e ela voltou a chorar”, relatou. Tash contou que a filha foi classificada como febril e com erupção cutânea, motivo pelo qual a família precisaria desembarcar. “Ela não tinha erupção cutânea”, protestou a mãe, que também afirmou não ter conseguido contato com nenhum médico no aeroporto para examinar a criança. À Newsweek, a Allegiant informou que os funcionários consultaram a MedLink, que orientou a interrupção da viagem da família diante dos sintomas apresentados. “A MedLink conecta as tripulações diretamente a médicos de emergência com formação em medicina aeronáutica e ampla experiência no atendimento a emergências médicas em voo. Neste caso, nossa tripulação consultou o serviço após observar sintomas que geraram preocupação, o que é procedimento padrão e está de acordo com a prática de muitas companhias aéreas quando surge um problema de saúde a bordo”, declarou. Veja o vídeo abaixo A família foi realocada em outro voo após 12 horas, mas Tash afirmou que não pretende mais viajar com a companhia. “Quero um pedido de desculpas e o reembolso das minhas passagens, ou uma compensação adicional. Perdi uma noite de trabalho, não consegui buscar meus outros dois filhos a tempo e ainda tive que pagar uma diária extra para quem cuida dos nossos animais de estimação, além de mais uma noite de estacionamento no aeroporto de Indianápolis”, concluiu. |
